November 18, 2017

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Cauã Reymond no Divã

Cauã Reymond no Dvã
Photo Credit To Cauã Reymond fala sobre Terapia

Cauã no divã

Ele é bonito, famoso, bem-sucedido, namora mulheres lindas e sofre o assédio de milhões de fãs. Mesmo assim, está insatisfeito – quer ser levado a sério.

A terapia entrou em sua vida na adolescência, depois de ter articulado uma fuga grupal do colégio de freiras onde estudava,  escondido no caminhão de refrigerantes. O episódio rendeu um convite para “tentar outra escola”. Com quatro expulsões e uma repetência no currículo, terminou o ensino fundamental fazendo supletivo. A energia foi canalizada para o jiu-jítsu. Chegou a faixa preta e sagrou-se bicampeão brasileiro, treinando de forma obstinada. Nessa época, quis tatuar no peito a frase “só o jiu-jítsu salva”. Sua mãe não deixou. “Ainda bem”, diz. “Como ator, eu não precisava daquela tatuagem enorme no peito.” Ao contrário de muitos jovens atores, Cauã não tem tatuagem, não usa brinco nem fuma. “Ele faz o que for preciso para chegar ao coração das pessoas”, diz Cássia Kiss, mãe dele na minissérie Amores roubados. Durante os quase três meses de gravação, ele e Cássia combinaram de não se falar para acentuar a relação conturbada dos personagens na trama.

Segue vídeo com seu relato pessoal:

Desde os 12 anos o ator Cauã Reymond frequenta as sessões de Análise com um Psicanalista Lacaniano e fala nesse vídeo um pouco da sua paixão e vivência… 

Esse ator obcecado com seu ofício nada tem a ver com o jovem de 20 anos que Susan Batson, dona de um curso de atores em Nova York e preparadora de artistas como Tom Cruise e Juliette Binoche, descreveu como o “Marlon Brando latino”. Ela provavelmente estava impressionada com a aparência de Cauã. Ele trabalhava como modelo e sempre foi ciente de seu poder de atração. “Eu nem sabia direito quem era Marlon Brando”, diz, soltando uma gargalhada que termina com um “raaaam”. Um dos motivos que fizeram Cauã desistir da vida de modelo, diz ele, foi a impossibilidade de evoluir na carreira. Cauã desfilou para estilistas como Mario Testino, Lagerfeld e Jean Paul Gaultier. Diz que não tinha o “look do momento”. “Na luta, você treina e ganha o campeonato. Na escola, você estuda e melhora as notas. Na carreira de modelo, não.”

Filho de pais que nunca moraram sob o mesmo teto, Cauã passava temporadas com a mãe, astróloga, e com o pai no Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Faixa preta de jiu-jítsu, ex-professor de ioga, o psicólogo José Marques, de 53 anos, foi uma clara influência nas escolhas profissionais do filho. Cauã chegou a cursar psicologia na PUC do Rio e trancou. Quando largou a carreira de modelo, foi estudar dramaturgia em Nova York por sugestão do pai. “Quando Cauã tinha 16 anos, eu o vi num festival de música. Foi um arraso. Ele tinha presença de palco”, diz. Marques. Criança, Cauã chegou a levantar suspeitas de hiperatividade. O pai nunca concordou com o diagnóstico. “Ele fazia tudo o que se propunha a fazer e era focado.” A descrição coincide com a opinião do amigo de adolescência Alexandre Street, hoje engenheiro e professor da PUC do Rio. Eles se conheceram na academia onde treinavam jiu-jítsu. Têm a mesma idade. “Cauã tem algo que me inspira: sempre acreditou que tudo o que faz daria certo”, diz Street. “Ele quer se superar o tempo todo, vive em competição consigo mesmo.”

A beleza é uma ferramenta que também atrapalha”, diz Cauã. “Muitos diretores não me imaginam em certas histórias.” A solução para esse “problema” tem sido mudar a aparência e até a voz. “Eu precisava que ele soasse mais adulto na pele do André, com um tom mais rouco, e ele conseguiu isso. Mudar a voz é tão difícil quanto engordar 30 quilos para fazer um personagem”, diz José Alvarenga Júnior, diretor de O caçador. Um dos melhores diretores de sua geração, Alvarenga aposta suas fichas em Cauã. “Ele pode vir a ser nosso Leonardo DiCaprio”, afirma. DiCaprio, como vários atores, precisou provar que, além de beleza, tinha talento. Muitos só conseguem depois de envelhecer ou ficar feios. Foi o caso de Mathew McConaughey, vencedor do Oscar neste ano de Melhor Ator pelo longa-metragem Clube de compras Dallas. Mais conhecido pelos tipos bonitões de comédias românticas, McConaughey emagreceu 17 quilos para viver um homofóbico com HIV.

 Cauã ainda está longe desse tipo de reconhecimento. Outros atores de sua geração – como Wagner Moura ou Rodrigo Santoro – têm conseguido mais repercussão, até fora do Brasil. A imagem de Cauã ainda está ligada à aparência e à sensualidade de seus personagens. Pode ser uma armadilha definitiva. Ou não. Em 2002, quando estreou na novela Malhação, ele encarnava um adolescente fortão de tiara. Parecia perdido diante da câmera. Doze anos depois, sabe exatamente o que faz como o policial de O caçador. Melhorou. Aprendeu. “Como ator, o desempenho depende de você”, diz ele. “Eu sou um cara trabalhador.”

 

Notas e Fontes: Os trechos desta entrevista foram retirados da Revista Época online, escrito por ISABEL CLEMENTE E ANA LUIZA CARDOSO,27/06/2014 – 07h30 – Atualizado 27/06/2014 07h30. Link para acessar a entrevista completa: http://epoca.globo.com/vida/noticia/2014/06/caua-bno-divab.html

Fonte do vídeo: https://youtu.be/ykqj8dOFQDo Fragmento da Entrevista para o XX Encontro do Campo Freudiano. 

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